
A semana passou. O sol não aqueceu, estrelas esconderam-se atrás de nuvens negras a Lua permaneceu em silêncio, ocultou-se... Chuva... O que mais as palavras comentaram foram horas passadas. Tentando em linhas ocupadas ouvir, o não (o que não tem som) se encontra o inevitável. Nada fez com que a estrutura das montanhas mais altas e geladas se abalasse. Hoje surgiram expressões das quais não se espera significado. Não chegamos a um começo e é impressionante que eu tenha respostas para o fim... Músicas fazem refletir realidade...
“Não há por que voltar
Não penso em te seguir
Não quero mais a tua insensatez
O que fazes sem pensar aprendeste do olhar
E das palavras que aguardei prá ti
Não penso em me vingar
Não sou assim
A tua insegurança era por mim
Não basta o compromisso
Vale mais o coração
Já que não me entendes, não me julgues
Não me tentes
O que sabes fazer agora
Veio tudo de nossas horas
Eu não minto, eu não sou assim
Ninguém sabia e ninguém viu
Que eu estava a teu lado então..."
Minha realidade? Realidade de quem as escreve? Realidade de quem está a minha volta?
Talvez... Não sei... Às vezes duvido da certeza.
A certeza com que um dia ouvi
A certeza de que um dia olhei
A certeza de que um dia toquei
Será que realmente houve a certeza ou o medo de acreditar que nada existe. Apenas ilusões de ilusões passada.
Ilusões perfeitas!
...
"Às vezes é difícil esquecer:
"Sinto muito,ele não mora mais aqui"
Mas então,por que eu finjo
Que acredito no que invento?
Nada disso aconteceu assim
Não foi desse jeito
Ninguém sofreu
É só você que me provoca
essa saudade vazia
Tentando pintar essas flores com o nome
De "amor-perfeito"
E "não-te-esqueças-de-mim"
Eternamente uma fantasia de mim!