segunda-feira, janeiro 01, 2007

início



Noite fria...
Sentiu a brisa leve do silêncio misturar-se aos sons de seus pensamentos 
Música para embalar sonhos de inverno
Um instante mágico que não tinha sentido, mas era tão pleno.
Viagem nas incógnitas da mente
Penumbra de eternidade 
Passeio por uma história que não existia num sorriso de criança, porém aquecia um coração vazio
Era real!
Avesso ao mundo, olha pela janela...
Flores 
Perfume de flores na multidão...
Era ela...

Quase Nunca é Igual

Fiquei observando o dia de hoje. Como todos os outros, ele amanheceu. A manhã acabou. A tarde sorriu do sol com a brisa de chuva que se fez como em todos os outros. Agora é quase noite, nubladaberta. Como todas as outras. E se tudo é igual, por que parece que se precipitam da lucidez a ânsia e a agonia de um novo dia? Nova vida? Se tudo está igual o que mudou? Por que um dia novo, se tudo que era igual ao antigo torna reviver as novidades de ontem? Hoje só o espelho! Ponta de lança lançando olhares vermelhos de sono. Havia um barulho gritando lá fora. O dia de hoje que era igual ao de ontem.
Morreu trêmulo ao toque do telefone.
– Olá,
...
desculpe, foi engano.
Jaci