
Tinha um S a mais na minha história
Ele era todo redondinho, vivo cheio de alegria
Tinha um S que insistia em aparecer
Ele estava lá no lugar errado
Pior, fui eu quem o colocou lá
Nem sei o porquê, acho que emburreci
Acordei agora emburrecida...
Ô seu S, o que está fazendo aí?
Causando risos, rimas, causos...
Ah! Seu S, quanto do sorriso você tem
Tempestades de ironia ao seu redor
Gramática!
Quem conhece é que sabe...
Eu não sei...
Nem li
Chama o Celso Cunha, o Bechara, convida o Infante,
Ô, Perini, descreva pra mim;
Pasquale, rola uma música e, PHD, me explique o quê...
(tu ou você?)
Samba do pronome doido
Porém, sei
Que o talento, por não ter sido criticado, foi maior que o tormento do verbo conjugado.
Segundo os senhores, equivocado?
Bagno, salve-me!
Jáci!