quinta-feira, dezembro 25, 2014

Feliz Natal!!

Feliz Natal!!!
Chuva acompanhada de muitos desejos implícitos de que todos estejam felizes após estarem em família comemorando o que cada um desejou comemorar. A vida segue vagarosamente contando um pouquinho da história de muitos, nesse percurso a saudade bate à porta da ausência, e aquela dor inevitável vive grandes momentos... Pudemos estar com quem queria estar conosco, pudemos escrever a quem queria receber, pudemos ligar a quem gostaria de ouvir nossa voz... Pudemos desejar em silêncio a quem muito esteve em silêncio... A cada ano as páginas mudam e mostram que a vida algum dia terá um final mágico onde as pedras da rua mostrarão quantos pés apressados passaram por ali. Vamos, o Natal já passou, e agora nos resta viver estes últimos dias do ano em que suplicamos ao tempo que o amanhã seja diferente... Mostrando que nem sempre nos esquecemos de tudo e de todos e nem sempre fazemos questão de lembrar... A chuva? Continua para lavar as tragédias no asfalto e os caminhos de quem silenciosamente volta para casa...

segunda-feira, dezembro 22, 2014

visita

Um dia tudo isso acaba e as pessoas ficaram apenas com as lembranças... Lembranças do silêncio de uma segunda-feira, lembranças da ausência de palavras... De caras e bocas tortas com sua presença. Do nojo de olhar nos olhos e dizer que não pertencemos mais um ao mundo do outro... O tempo passa e talvez a lembrança apareça num telefonema no sábado pela manhã... E logo vire lembrança na noite calada de algumas horas depois do pesadelo... O tempo passa, e o imutável infelizmente serão as lembranças de uma vida vivida em função de mostrar aos outros o quando de nada vale viver alguns segundos para você...

domingo, dezembro 21, 2014

21

Escute por alguns segundos o barulho da chuva... Escute por alguns segundos o suplício da alma... Escute os dias se despedindo... Escute os passos lentos em que o ano se desculpa por não ter sido o que você esperava... Está chegando ao fim, a despedida saudosista de um ano que de bom nada trouxe...

domingo, novembro 23, 2014

alguns meses...

As paredes brancas, as cortinas lembrando vermelho que pulsa em nossas veias na busca insaciável de viver a vida. Os dias vagarosamente se despedem do ano que aos poucos vai chegando ao fim. Quanto custa? Algumas horas e a chuva chega mostrando que até os deuses as vezes desistem, e quando pensamos que é o fim... O sol aparece pela manhã... A saudade acompanhada de algumas doses de conformismo, insistir onde apenas existe mágoa não faz de você uma pessoa melhor. Aprendemos tanto e sabemos que ao findar da caminhada de nada valeu, senão vivemos intensamente e não passamos adiante as preocupações de todas as noites... Hoje antes de dormir, quero que um tantinho de alguém saiba que a noite não passa em vão. Nas preces silenciosas vale muito mais um pedido sincero dessa distância sem fim, do que viver ao lado de quem não pronuncia a importância da lembrança, do cuidado, do desejo de pequenos momentos de felicidade. Se existisse ainda outra forma de dizer... Com toda certeza esta seria algumas cartas... Para guardá-las no mais profundo d'alma... Todo ano chega ao fim, e este felizmente...

quinta-feira, outubro 23, 2014

é isto...

"Nem Deus afunda o Titanic..."
Gosto de lembrar dessa frase quando leio, presencio e compreendo o quanto as pessoas etão equivocadas em pensar que a vida segue sem haver maiores desastres. Um dia eu hei de explicar melhor, por enquanto fiquemos no suspense dos dias que se escrituram por si só e lá na frente quem sabe alguém conte a história de pescador... Foi você quem pescou este peixe enorme? Cuidado ao devolvê-lo no mar, de tão grande pode esvaziar todo o oceano e acabar no deserto...

quarta-feira, setembro 24, 2014

reticente...

e assim a chuva traz a primavera numa necessidade extrema de que as flores floresçam antes de se afogarem e perderem a vida em meio a correria de uma quarta-feira cinzenta... as palavras mostram o que muitas pessoas são, porém não suprem a necessidade de encontrar você... logo o barulho dos pingos de chuva nos telhados encobrem os pensamentos gritantes que tentam contar o tempo pelas dores da saudade... observar através da janela ao passo que os olhos se confundem com o vidro que espelha a alma...

segunda-feira, agosto 25, 2014

melodia

Depois de muito, quem sabe algumas palavras esclareçam o dia de hoje que se passou tão lindo que numa fração de segundos decepcionou quem mais precisava delas... Somos assim, perdidos entre nuvens, e o desejo de ser muito feliz. Tantas caídas, e a insanidade da consciência que por vezes enganou a todos. Triste que o passar dos anos tenha comprovado que a ausência de sentimento nos torna incapaz de seguir em frente... Tendo que voltar algumas escadas e dizer o quanto a vida é injusta. Problemas? Quem não os tem, alimentá-los faz parte de nossas vidas sofridas, mas o rosto cansado pede para que amanhã não amanheça, pois talvez os pés não queiram sustentar um corpo doente... O sol aquece o lado frio da alma que a cada milésimo de segundo desiste algumas vezes mais. O inverno se despede ao passo que a brisa acalenta as mãos sobre o rosto para que a poeira não cegue os olhos... Na esperança de que tudo se resolva, o coração entra num conflito desordenado de continuar batendo e deixar que a razão fale por si só... Nessa de brincarmos de agredir uns aos outros, saímos feridos num caminho quase sem volta... Quem sabe depois desses 10 minutos possamos compreender o que realmente aconteceu. À espera de notícias que convençam os ouvidos de que tudo está bem e não foi apenas um acidente com o acaso da vida, num dia chuvoso em que as mãos gélidas dizem mais uma vez adeus...    

domingo, julho 27, 2014

telefonema...

O erro é acreditar na possibilidades dos outros compreenderem o que se passa a nossa volta. O mais profundo da alma é esconder as chances que os outros não querem para si, no mais tardar é que se compreende o que foi dito. Não é querer provar o que não se pode, o que não existe e sim mostrar que durante alguns anos foi aprendido alguma coisa... Assim como as palavras são o caminho para o melhor existir, elas são traiçoeiras e podem terminar algo antes mesmo do amanhecer... Calma, é só mais um domingo na ânsia de se tornar nunca mais... Erros, alguns cometi...

sexta-feira, julho 25, 2014

dor...

Talvez eu tenha escolhido o remédio errado para a dor e a arritmia cardíaca em ver você... Talvez eu tenha esquecido o momento certo, preciso de olhar em seus olhos e dizer que hoje fomos cedo demais... Talvez o sono tenha chegado antes mesmo que eu pudesse sonhar... Foi ontem que em meio a multidão nos desencontramos na volúpia de nos tornarmos quem nunca fomos. E se desta noite algo restar, que seja o toque de suas mãos gélidas tentando aquecer o frio intenso das minhas... Amanhã a esperança mais uma vez volta à sua porta trazendo o sol envergonhado para mostrar que ainda não passou o inverno, eu espero você...

quarta-feira, julho 16, 2014

algumas coisas...

Um pouco menos sol, um pouco menos brilho... Uma escuridão em plena luz do alvorecer, são as palavras do sonho que não passou da insônia desta noite. Uma brincadeira de criança que quase valeu morrer entre quatro paredes mesmo que ainda exista o desejo de viver intensamente na luz de seus olhos. A vida? Quem sabe um dia ela conte os segredos que muitos tentam esconder... Dentro de mim um coração que tropeça o tempo todo na negação do existir... À espera de que tudo seja diferente aos poucos vou deixando de lado momentos em que a luz do dia entra pela fresta da cortina para viver a penumbra de quando fecho os olhos... Dói... Mas como sempre, passa... Assim o dia amanhece esperando pela chuva.

sexta-feira, julho 11, 2014

você...

Talvez a vida faça algum sentido quando percebemos que amanhã pode estar tão distante quanto hoje e um desejo de boa noite traz a lua lá do infinito para dentro de nossos sonhos... O céu numa escuridão sem fim faz pensar que talvez amanhã eu possa dizer o que não foi dito no silêncio de seus olhos... Eu espero você...

terça-feira, julho 08, 2014

apenas mais uma...

Hoje depois da dor de cabeça não acordei um pouco menos brasileira... Estou um pouco mais envergonhada... Envergonhada por algumas horas perdidas que poderíamos ter lutado por nós mesmos... Por ver tanta gente chorando sem ter sido contratada para sorrir por milhões... Por tantos fogos de artifício para um não bem escrito num dia nublado em que algo poderia ter dado certo, porém não hoje mais... Não sou brasileira num campo de futebol imenso que se tornou sombrio... Não sou brasileira pela falta de vontade de assistir aos jogos... Não fui brasileira quando li a notícia de mais um que se despediu com a morte depois da emoção de ver mais uma vitória... Sou brasileira pelo clichê de sobreviver na luta dos dias, por sentir que aqui nasci e aqui construí o que de mais belo temos... Sou brasileira por fazer a diferença dentro de mim e saber que amanhã como todos os outros dias acordarei as 7h da manhã com a voz que conheço há 24 anos mostrando que há muito o que viver...

domingo, julho 06, 2014

um domingo qualquer...

Pela manhã a sensação de que já vivi esse domingo... Um pouco menos chuva, um pouco menos choro, um pouco menos vida... O sol para aquecer a alma e dizer ao seu coração que hoje acordei pensando em você... O sol de muitas outras formas... 

terça-feira, junho 24, 2014

aqui...

No momento o maior problema sou eu mesma... Infelizmente com aquela velha mania de acreditar que nem tudo tem salvação e a dor n'alma não vai se curar. São cicatrizes da noite passada com os olhos machucados, cansados esperou por uma resposta que jamais chegará aos nossos ouvidos. Entristeci um segredo quase guardado, sorridente saímos e esquecemos que a brincadeira de mau gosto um dia atingiria em cheio o peito. Somos assim metade vida, metade sonho e a resolução de tudo. Caminhar nessa dor sem fim faz meus dias de inverno um pouco mais quentes. A brisa, alguns pássaros no caminho de volta para casa. Onde foi que erramos? Onde foi que esquecemos o bem mais precioso? Onde foi que encontrei você? Nas linhas tortas de uma história mal contada, em que cada um conta um novo acontecimento... Perdido, sozinho em meio à multidão que fala alto nada que possamos aproveitar. São seus olhos inquietos nos problemas passados... São suas mãos trêmulas e geladas numa batida cardíaca a ponto de perder a vida. As horas inconscientemente passam maltratando ainda mais os pensamentos... Ele se foi sem se despedir... o que restou? Foram algumas lágrimas contidas de um sentimento tão puro que nem mesmo os deuses entendem... Se ele já foi...

segunda-feira, junho 23, 2014

quem me dera fosse menos um fim...

Talvez o sentido da vida as pessoas encontrem após perceber a fragilidade da morte... Talvez o dia tenha amanhecido um pouco mais triste, pois a morte nunca acalenta a alma de quem fica... Na cozinha, o cheiro do café e a voz de um anjo que sempre cuidou de explicar o sentido da vida... Sinto pelos outros que ficam com a dor irreparável, que se torna tão inconsistente a ponto de perder os sentidos... É triste, muito triste que a vida desista no meio da caminhada...

sábado, junho 21, 2014

algumas horas

O inverno chegou trazendo um pouco mais de dúvida e um pouco menos de vontade... Sentir saudades e duvidar que isso realmente esteja acontecendo, faz com que eu volte alguns anos e me faça entender que ainda sou a mesma... Complexos de uma vida vazia tentando encontrar no vento algum sentido em suas palavras, seus olhos e algumas horas de distância... Nessa brincadeira alguém vai acabar saindo machucado... Quando você voltar, quem sabe volte o silêncio de seus olhos...

quarta-feira, junho 11, 2014

quem sabe, amanhã...

Sabe esses dias em que o tempo nada diz do nada? Somos assim, hora tempestade, hora vontade de se acalmar em qualquer canto da vida lá fora. Vagarosamente seguimos em frente e o frio no fundo da alma faz de nós presença na ausência que algumas vezes é mais preciosa do que qualquer motivo para sorrir. As ruas cheias de vontade de vencer em mais um dia de outono que aos poucos se despede. Os olhos atentos a todos os movimentos de seus olhos, a voz que nada fala justifica o momento do esquecimento. Estar doente, febril não quer dizer que eu não possa sentir a verdadeira vontade de voltar algumas escadas e descobrir que nem sempre as coisas valem à pena. Caminhar sem motivos para olhar e observar o passado de ontem e de algumas horas atrás... Decepcionada, sigo com a cabeça baixa tentando contar as pedrinhas que machucam os pés... Talvez, nessa ânsia de ter o que dizer nos afogamos e morremos lentamente na pressa de voltar para casa. Mais um acidente trágico na estrada de querer encontrar sentido para viver...

sexta-feira, junho 06, 2014

desencontros

Talvez eu devesse ficar um pouco mais calma... Talvez não... O tempo passa e as pessoas esquecem que ele passa. Ao passo que o relógio se torna cada vez mais frio na ausência da pessoa amada, cuidado com suas palavras e suas atitudes, pois delas depende seu futuro. Sempre ouvi isso, mas nem sempre acreditei nisso. Hoje amanheceu chovendo, o dia parecia lindo como qualquer dia de inverno inverso em verso... não fossem algumas palavras e o sentimento de revolta, isso passa... calma, Dul isso passa, silenciosamente dizia com os seus olhos. Às vezes é preciso derrubar alguns sonhos malditos para que as pessoas entendam que a vida não é apenas cuidar do outro... Vai muito além disso, e se for para se manifestar coloque a coragem em primeiro lugar. Os olhos muito dizem, mas poucos tem a coragem de usar a voz no momento certo. Se a vida está uma desgraça, acalme-se dias melhores virão... com certeza, terei o alívio de saber que não mais ao seu lado, compartilhando do mesmo ar, das mesmas risadas, das mesmas piadas que muitas vezes você esquece que é sobre você... Amanhã? Quem sabe se torne outro dia...

quinta-feira, maio 29, 2014

você já vai voltar...

Às vezes o que mais precisamos é de um pouco de atenção, palavras bonitas e alguém que compreenda o que se passa dentro de nós... o que as pessoas esquecem é que reciprocidade de sentimentos é essencial para uma boa convivência, estar com você é a mesma coisa que estar sem você... Ao passo que sua presença se  torna tão ausente como numa noite em que se espera a luz da lua. Nessa de brincar com sentimentos esquecemos que o coração todas as noites sofre calado nessa ânsia de viver o impossível. Na brincadeira de dizer verdades, acabo entrando num caminho sem volta, à luz do dia se torna penumbra plangente da alma... Talvez eu sinta saudades, talvez eu sinta um vazio, talvez eu nem sinta nada... apenas a sua essência que se distancia com a brisa de um dia de outono se despedindo num silêncio sem fim... 

domingo, maio 25, 2014

amanhã...

Olhar pela janela e lembrar quantas histórias mal vividas faz com que a vida tenha algum sentido... Estar só é a mesma coisa que estar sem você... Uma bebida para aquecer essa alma que busca o tempo todo você... E o desejo que tudo se torne realidade, um jeito tresloucado à espera de alguma coisa que preencha esse vazio que insiste em preencher a sala... Na ausência das palavras e o barulho da chuva, estive voltando e quando te encontrei... Foi tarde ensolarada em que o Sol esquecia que os pensamentos poderiam ser queimados. Hoje esperando que amanhecesse para que a escuridão passasse esqueci mais uma vez de mim, pois num sonho de impossíveis você sempre é o primeiro a chegar. São seus olhos, seu sorriso sem graça... Ou até mesmo simplesmente você, faz com que as horas passem mais depressa e isso me preocupa. Quando tudo acabar, que histórias teremos para contar? Um abraço de esperança e o desejo de que tudo aconteça de modo que até mesmo a respiração prenda por alguns segundos... Acho mesmo que amo você...

sábado, maio 17, 2014

foi hoje...

Talvez eu sinta saudades das palavras que me escreviam bem ao longo desses nove anos... Estar presente em cada sentimento que aos poucos se tornava cada vez mais inconseqüente na busca ilógica de uma verdade que nunca existiu. Lembrar é reviver ainda mais quando cada segundo de vida foi guardada em palavras numa linha meio torta que nunca quase ninguém soube explicar. Ora era fantasia de mim um segredo que até hoje tormenta a insanidade do louco a me esperar... Foram anos maravilhosos, em que qualquer gota de chuva contava uma história, a escuridão dos dias de frio e a vontade de não mais sair da cama. Fugindo todo tempo cair em si mesmo dói de uma maneira sofrida cicatrizes jamais curadas. Saudades de tudo que está bem aqui e insisto em não ver, incógnitas, fantasia de mim... Tantas foram as expressões que talvez essa noite alguém abra as portas do passado para descobrir que um dia fomos nós. Talvez esse sentimento plangente tenha voltado a viver aqui e uma nova história se inicie nessa ânsia de se manter viva... Dentro de um quarto escuro que insiste em contar verdades... Só espero que ele volte.

sexta-feira, abril 11, 2014

foi em abril...

É triste perceber o quanto muitas vezes alguns momentos a vida é injusta. Olhar para o céu numa noite como a de hoje, impossível que algumas lágrimas não se tornem verdadeiras nesse desespero de tentar achar alguma saída. Profundamente perdida entre escolhas e o desejo de não mais, estamos sem saída, estamos sem saída... repetíamos várias vezes durante alguns segundos. O coração sofrendo descompassadamente nesse ritmo cardíaco fúnebre, que em dias de finados passa desapercebido. Buscar respostas quando as perguntas ainda são as mesmas é a certeza de que tudo se encontra imodificável e daqui talvez nem saiamos vivos... Mesmo que amanhã seja outro dia, impossível não sofrer o hoje, pois amanhã já foi ontem e nada aqui cicatrizou. Subjetivamente esse dor segue sem que os outros percebam, sorrindo a toda hora... Quem sabe nessas palavras alguém encontre o verdadeiro sentido da desilusão. A vida perfeita como está, penumbra madrugada do não existir. Em tempos assim, impossível não olhar para o céu numa noite como a de hoje, à sua espera...

domingo, março 16, 2014

encontro

A sala a essas horas cheia de lembranças, olhares e alguém a sua espera... depois da chuva, quem sabe alguém se atreva a voltar alguns passos e pedir perdão pelo tempo perdido e as mágoas guardadas... triste, andar pelas ruas com uma dor inexplicável que amedronta a alma e aos poucos mata... foi você quem modificou as manhãs e agora adormece na espera de encontrar em seus sonhos a felicidade que um dia guardou em suas palavras. Reticente, quem sabe n'outro dia um cumprimento e o desejo de ter você... na ausência, um dia quem sabe... sejamos...

segunda-feira, janeiro 20, 2014

e essas histórias...

O quanto de sentimento podemos guardar em nove anos? Algumas pessoas, muitas palavras e várias histórias, entre o choro contido e o sorriso entre lábios, são nove anos de palavras. Escritas que revelam cada perda e muitas conquistas as quais celebram qualquer momento de vida. Tive momentos inesquecíveis guardados em anos de Impressões e muitas lembranças. Músicas, faces, traços, páginas perfumadas de um livro aberto que sofre por alguns segundos de um relógio febril que perpassa esse caminho que só segue...Celebrar, talvez... Momentos difíceis, e se nada der certo? Continuamos nessa busca incessante de ter algo ou alguém, matéria imaterial tão palpável insensível ao toque que hoje nessa tristeza reflete seus olhos e diz que é bom relembrar... Mesmo que sozinho, ou muitos acompanhados alguma coisa ainda resta. Essa certeza de que há o que contar, viver agora, tão somente agora... Brincando de fazer palpitar corações tentando descobrir como é estar sozinho.  Assim, do "é tão estranho", vive-se muitos anos, quase há uma década... Quem lembrar, sabe que alguma coisa valeu muito...