Aos meus amigos que distantes viveram histórias inimagináveis de sorrisos um dia lembrados anos após anos. Aos meus amigos que ficaram e ainda têm palavras para distrair a mente que mente tantas vezes nesses dias em que o sol demora a aparecer. Aos meus amigos que morreram aos poucos e de mim nada levaram, pois consigo só existiu o desejo de viver. Aos que aqui estão ausentes por motivos alheios à sua vontade. Aos meus queridos amigos que brigamos sem saber o porquê, mas que ainda é possível dizer "nossa, ele fazia diferença em minha vida...", triste não tê-lo ainda por aqui. Aos da minha família amigos acima de qualquer coisa e turbulência que possa parecer, de alguma forma sempre estão presentes. Amigos que sobreviveram às mudanças de tempo, às estações do ano. Àqueles que ainda são meus amigos de madrugadas mal dormidas e horas à toa acordados, lembranças... Aos presentes de amigos enviados em palavras, pedras, correio. Aos que estão aqui perdidos em meio a rede em códigos binários, em fantasias tão reais que foram amigos... Aos que lerem e ainda se considerarem meus amigos. Para todos um FELIZ DIA DO AMIGO, pois a vida se faz de pessoas, histórias e memórias para que no fim tenhamos páginas escritas e não apenas papéis envelhecidos, amarelados pelo tempo.
sábado, julho 20, 2013
sexta-feira, julho 19, 2013
19 de julho
Quando o fim decididamente resolve se fazer presente num dia de chuva acabamos tentando disfarçar e não acreditar. Nas alturas quem sabe alguém olhe e aponte o caminho cero para trilhar. Entre bebedeiras e a questão da noite passada é fácil encontrar alguém que realmente faça parte de seu mundo, vazio até de você mesmo. Felicidade? Se algum dia existiu, foi entre copos de bebidas que entorpeceram a alma e os olhos cansados choraram a ausência de não ter tido quem desejava... Quem sabe nessas madrugadas em que muitas pessoas não conseguem dormir o desjo lembre o quanto as palavras percorrem o olhar e machuca o coração. Nessa música fria mais um dia... você? continua no silenciar de becos escuros, entregue a apatia de ser alguém na vida ou até mesmo ninguém. Se algum dia voltar e algumas palavras juntar numa tarde fria em que o pôr do sol se despede no falar ao telefone, na sua voz encontre a calmaria que precisa para continuar vivendo. Até quando?
domingo, julho 14, 2013
foi esta tarde...
Se hoje me perguntassem como estou, seriamente responderia nada bem. Alguns dias, quase um ano se passou com alguma felicidade diferente em minha vida. Foram dias que pela manhã eu acordava e ouvia alguns miados e logo a preparação para logo deitar ao meu lado. Eu a amava como quem ama uma pessoa, eu a amava como quem ama um animal lindo que a minha vida encantava com muita alegria. Nas noites de chuva em que fugia para se molhar e logo corria para um abraço, eu estava aqui... esperando... Esperei, e quase no fim de tarde você não voltou. Meus olhos procurando se esconder em meio aos pingos de chuva que caía, inevitavelmente mais uma vez sofri. Sofri por acreditar que mais uma vez a teria por mais alguns dias, sofri por vê-la sem vida... Sofri por não ver mais seus olhos refletindo os meus... Sofri... Você foi cedo demais, escuro demais, e a cada segundo de vida que teve brinquei de ser criança mais uma vez. Nesse sôfrego que as lágrimas mais uma vez me invadem os olhos dei um adeus e aqui fiquei... à sua espera e você não voltou... Pipa, você ainda vive aqui... pelos corredores da casa, por cima do carro, pela cama... você vive mais uma perda que tive... espero que com os anjos esteja, talvez desde ontem um sorriso a menos m meu rosto... esteja em paz dentro de nós... esteja aqui...
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