Como anda a vida?
Com as pernas é lógico...
E vida lá tem pernas?
É mesmo, a vida não tem pernas e nem pés...
Se ela tivesse pernas e pés, morreria de tanto caminhar por estes caminhos sem graça, tão claros...
Às vezes o tempo muda e dá uma amarelada.
A vida fica o tempo todo deitada em meio à escuridão.
Às vezes se esquece de olhar através da janela para ver se o vizinho ainda vive.
Não sabe das notícias que se passam.
Perdeu-se num caminho tortuoso em seus pensamentos que está difícil o retorno.
Pensar, apenas isto ela faz.
Caminhar mesmo, não acontece...
Ela fica o tempo todo parada, dá uma preguiça de olhar...
Às vezes pede para colocá-la em uma cadeira de rodas motorizada para não ter muito trabalho de olhar para fora nos dias de chuva...
Ah, nesses dias sim, a vida queria ter pernas e sair correndo em meio à chuva que cai de um céu cinzento...
Dias em que nunca ninguém questionaria suas lágrimas, pois são confundíveis com os pingos que molham os telhados das casas.
Sem contar que ninguém a veria sair, pois nesses dias ninguém sai às ruas.
A vida anda tão debilitada, parece mesmo que vai morrer...
Talvez seja seu desejo.
A vida apaixonou-se e agora sofre.
O tempo foi embora levando todas as esperanças de dias melhores que ela poderia ter...
A vida todas as noites fala baixinho em suas preces para que o tempo volte.
A vida passa as noites em claro para tentar encontrar uma solução para mostrar ao tempo que deixá-la só, apenas fez com que se abrisse uma enorme ferida incurável em seu peito...
Talvez, seja o momento de revivê-la.
Marcaremos um encontro com o tempo, se ele deixá-la esperando... em silêncio a levaremos de volta para o quarto...
Descobriremos com o tempo se a vida tem solução ou não.
Caso contrário...
Triste mesmo será saber que a vida acabará indo embora sem sequer despedir-se do tempo...
que não volta...
Com as pernas é lógico...
E vida lá tem pernas?
É mesmo, a vida não tem pernas e nem pés...
Se ela tivesse pernas e pés, morreria de tanto caminhar por estes caminhos sem graça, tão claros...
Às vezes o tempo muda e dá uma amarelada.
A vida fica o tempo todo deitada em meio à escuridão.
Às vezes se esquece de olhar através da janela para ver se o vizinho ainda vive.
Não sabe das notícias que se passam.
Perdeu-se num caminho tortuoso em seus pensamentos que está difícil o retorno.
Pensar, apenas isto ela faz.
Caminhar mesmo, não acontece...
Ela fica o tempo todo parada, dá uma preguiça de olhar...
Às vezes pede para colocá-la em uma cadeira de rodas motorizada para não ter muito trabalho de olhar para fora nos dias de chuva...
Ah, nesses dias sim, a vida queria ter pernas e sair correndo em meio à chuva que cai de um céu cinzento...
Dias em que nunca ninguém questionaria suas lágrimas, pois são confundíveis com os pingos que molham os telhados das casas.
Sem contar que ninguém a veria sair, pois nesses dias ninguém sai às ruas.
A vida anda tão debilitada, parece mesmo que vai morrer...
Talvez seja seu desejo.
A vida apaixonou-se e agora sofre.
O tempo foi embora levando todas as esperanças de dias melhores que ela poderia ter...
A vida todas as noites fala baixinho em suas preces para que o tempo volte.
A vida passa as noites em claro para tentar encontrar uma solução para mostrar ao tempo que deixá-la só, apenas fez com que se abrisse uma enorme ferida incurável em seu peito...
Talvez, seja o momento de revivê-la.
Marcaremos um encontro com o tempo, se ele deixá-la esperando... em silêncio a levaremos de volta para o quarto...
Descobriremos com o tempo se a vida tem solução ou não.
Caso contrário...
Triste mesmo será saber que a vida acabará indo embora sem sequer despedir-se do tempo...
que não volta...
