quinta-feira, janeiro 31, 2013

que não mais aconteça

Nesse início onde tudo foi mais difícil. Onde o silêncio silenciou algumas histórias de vida que ainda tinham muito que escrever... Mais uma vez em primeira notícia, a fumaça cegou os olhos de muitos, sufocando cada segundo de qualquer palavra de súplica. Nesse desespero de se ter mais do que devia perdemos nosso precioso tempo e a tristeza persegue os olhos de quem ainda sobrevive nessas noites em que a lua parece tão próxima numa distância que um dia percorreremos. No toque da saudade, somos apenas assim... frágeis... em que qualquer monstro maior que nossos sonhos esmaga, apedreja, destrói, corrompe nossa vontade de ser mais feliz. Esse eco que ensurdece os ouvidos e maltrata a alma conta que estar sozinho é estar numa multidão em que ninguém ajuda e fecha as portas para a vida. Vamos, ainda temos que cortejar a morte, pois a vida encurta qualquer suplicio da alma de sentir-se com os anjos estando com os pés firmes no chão e os olhos abertos... Algumas batidas do coração em disritmia, eufóricas por mais alguns instantes de uma brisa que diz adeus a qualquer momento mal vivido.