quinta-feira, maio 18, 2006

Novidades


O tempo todo reclamando e reclamando criticamos escolhas fingindo não serem nossas (minhas). Porque escurecer corredores com luzes brancas... Baixa potência? Guardar o falar em digitacões no “word”. Espera que resolva e resolve esperar o que espera, mágica guardada sensação de liberdade gritando aos surdos.
Marrenta sinto o café frio na boca, ele estava aqui, antes, quente...Enquanto imaginava uma sequência de respostas ásperas. Era para ser contagem arrítmica de batimentos cardíacos formadores de opinião, lógica? Era para ter conteúdo ideológico, infuências de casos de noites de frio e guardados de beira de rua, lixos para impactar olhos desatentos aos telefones celu lares nos presídios, agora calmos da regência formica de estudos dos direitos humanos?
Preocupados com o que deixei lá em cima no “word” misturado ao gosto sintético do açucar na xícara do diabético. Forma de mão em dia das mães, que mãe que nada eles são gentes que querem mais é zoá...
“ Tá ligado que a grobo vai filmá?? “ e a parada lá vai sê geral”. Força armada?
À mesa do café, vítmas da madrugada a fuçar a geladeira, brigadeiro! Quem morreu? Em ano de copa do mundo, açúcar na boca salgada do outro... Pessoas e eu, eles choram, eu observo... Reclamam, eu, só porque algo está preso na garganta em “CAPS LOCK”...

DANEM-SE OS MARGINAIS!
Jáci

Um comentário:

Anônimo disse...

Saudações...isso é um poema clonica, belissimo por sinal.
interessante e inteligente rude mais real... mistura de um equilibrio exato entre o doce e o amargo de nossa vida real aqui fora ... isso aquela uma que as vezes usamos a mascara para encarar e dizer a sociedade que podemos reclamar do que é direito e do errado que tbm são equilibrios que usamos nos dias de hj aonde dizem quando vc chora quando vc ri ou quando vc deve ser feliz ou não... "bah comentario de anarquista"