Nesse início onde tudo foi mais difícil. Onde o silêncio silenciou algumas histórias de vida que ainda tinham muito que escrever... Mais uma vez em primeira notícia, a fumaça cegou os olhos de muitos, sufocando cada segundo de qualquer palavra de súplica. Nesse desespero de se ter mais do que devia perdemos nosso precioso tempo e a tristeza persegue os olhos de quem ainda sobrevive nessas noites em que a lua parece tão próxima numa distância que um dia percorreremos. No toque da saudade, somos apenas assim... frágeis... em que qualquer monstro maior que nossos sonhos esmaga, apedreja, destrói, corrompe nossa vontade de ser mais feliz. Esse eco que ensurdece os ouvidos e maltrata a alma conta que estar sozinho é estar numa multidão em que ninguém ajuda e fecha as portas para a vida. Vamos, ainda temos que cortejar a morte, pois a vida encurta qualquer suplicio da alma de sentir-se com os anjos estando com os pés firmes no chão e os olhos abertos... Algumas batidas do coração em disritmia, eufóricas por mais alguns instantes de uma brisa que diz adeus a qualquer momento mal vivido.
quinta-feira, janeiro 31, 2013
sexta-feira, janeiro 25, 2013
...
e nessa brincadeira de você iluminar meu dia... qualquer palavra poderia mudar a direção dos meus olhos e encontrar os seus para que num súbito momento pudéssemos ser apenas nós... esse subentendido amar, fica assim... ao vento para que n'outro dia nos pegue de surpresa com um abraço de despedida, que dói... e aos poucos acalenta a alma e mostra ao coração... calma, só basta a distância... que constrói sentimentos inexplicáveis, indescritíveis que não passam esperam para serem realizados no mais puro momento... nesse sonho enganamos um ao outro na ânsia que um dos dois saia ganhando algo... mesmo sendo um coração machucado, onde a cura está longe de acontecer... Para pensar...
segunda-feira, janeiro 21, 2013
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Às vezes quando estou passeando por aqui... Observo, leio, presto atenção que... existe uma pessoa a qual tem a foto do perfil que parece o tempo todo abraçar a pessoa que está ao seu lado (meu amigo que está ao lado de outro amigo). Passam alguns minutos e penso: no que deveria pensar? As pessoas e suas máscaras de felicidade que esconde o sofrimento de um entardecer em que as nuvens acinzentadas nesse céu que não pertence mais ao nossos olhos, foge noite adentro. Caminhamos juntos, trocamos alguns favores, algumas palavras amigas... "O que está acontecendo, Dul?". Assim a vida segue, nesse vazio que cada um nos deixa... E não é porque estou longe e não mando notícias é que deixo de gostar de você... li várias e várias vezes antes de dormir. Nas costas as letras da vitória que algum dia lembraria você. A ideia é essa, passar mais esta noite em que a lua assombra a escuridão, latente que traz para dentro da alma um sentimento tão bonito... um entregar-se em expressões do que realmente sentir... Um abraço, alguns sorrisos... Adeus! A Deus pedi mais alguns segundos de noite, para que nossos desejos... para que esta estrela cadente... Deixa, sempre acontece dessa forma. A Deus, obrigada. Pessoas...
sexta-feira, janeiro 18, 2013
quem sabe nesse desencontro
Nessa de voltar às pressas para casa, eu vi um céu escuro onde todas as nuvens cor de céu... aquela, azul celeste me acompanhavam num sentimento de perda. A todo tempo moviam-se no sentido de se despedir. Um adeus nesses primeiros dias de 2013, em que os anjos não brincam. As palavras e sentir junto ao meio fio o vento gelado do descontentamento. Eu busquei respostas para perguntas feitas de maneira errada e foram respostas tão certas que os olhos estarrecidos em desespero correram rapidamente as linhas que no asfalto foram riscadas, rabiscadas... A história contaria mais um conto do desencontro, estive tão próxima que a distância não deixou que chegasse até um final feliz. Sem essa de histórias de amor, mas coisa séria que valia a vida. A vida ávida de presenças insidiando cada raio de sol que atravessava a janela do meu quarto. ÀS 03h08min da madrugada atordoada em meio a escuridão eu vi seu rosto dizendo que estava difícil de dormir, perder a hora e no dia seguinte descobrir que realmente, tudo foi em vão. Caminhos descompassados e a insistência de voltar alguns anos atrás. Perdão, e... nada mais funciona dessa maneira. Marcar as mãos e no menos esperar gritar de alegria, e o ouro todo escondido se desfez em poeira que cegou a cada um que passou pelas estradas erradas. Mais uma vitória da derrota que atinge os fracassados que insistem em não compreender. Na incompreensão ficamos assim, longe longe de achar qualquer solução para mim que fez errado, mas aprendi... Aprendi a fazer errado novamente e fugir para que os outros resolvam essa injustificável vivência. Nessa de voltar às pressas para casa, um desencontro com o inesperado... eu não cheguei em casa... me perdi antes mesmo da curva sinuosa dessa infinitude de atitudes... quem sabe um último suspiro?
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