
Sento-me aqui neste canto sombrio e frio de minha alma.
Encontro fantasmas que me dizem o que fazer.
A minha consciência perdura no inevitável.
Somos matéria viva.
As respostas estão revoltas ao que se diz verdade.
Se hoje você surtou.
Ontem eu estava em paz.
Se hoje você não acorda.
Ontem eu estava velando o seu sono.
Sonhos! Eles estão em cada palavra gravada em ouro com vestígios de prata.
Éramos.
Veneno na cura do não existir.
Em mim, você.
Você?
Uma insistência doentia de comigo estar.
Na lembrança calada.
Segredo de inverno.
Do coração de pétalas, à rocha que se desmancha com o vento
São seus olhos!
Eles me devoram cada vez que tento fugir.
Escondo-me nos arquivos bibliografados.
Senhas inimagináveis da descoberta.
São seus lábios!
Eles selam com violência mais uma fase dessa história.
Encontro fantasmas que me dizem o que fazer.
A minha consciência perdura no inevitável.
Somos matéria viva.
As respostas estão revoltas ao que se diz verdade.
Se hoje você surtou.
Ontem eu estava em paz.
Se hoje você não acorda.
Ontem eu estava velando o seu sono.
Sonhos! Eles estão em cada palavra gravada em ouro com vestígios de prata.
Éramos.
Veneno na cura do não existir.
Em mim, você.
Você?
Uma insistência doentia de comigo estar.
Na lembrança calada.
Segredo de inverno.
Do coração de pétalas, à rocha que se desmancha com o vento
São seus olhos!
Eles me devoram cada vez que tento fugir.
Escondo-me nos arquivos bibliografados.
Senhas inimagináveis da descoberta.
São seus lábios!
Eles selam com violência mais uma fase dessa história.
Volte, o caminho será menos tortuoso.
Permaneça e alguém morrerá.
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