Todo dia oito tem um mês em que o Sol viverá em cada batida do ponteiro no relógio.
A cada hora que pricipia o dia nove mostra que o esquecer vem suavemente junto ao vento que passa suavemente por nós.
Esperando pelas chuvas que deixaram de cair... acontece mais um acidente com o passado.
Inverso que conta cada página aqui escrita.
A saudade que me transforma em folhas secas que caem das árvores.
O Sol que apaga as tardes tristes e mostra que existe vida ao abrir a porta.
O Sol que amarela o próximo ano e apaga o vermelho do findar desses dias.
O Sol que como no rosto de uma criança sorri e traz mais uma súplica por dias melhores.
O Sol que pede para partir trazendo a escuridão para meus olhos...
Que caminham por campos de orvalho pelas madrugadas...
Observando o Sol clarear a Lua e mostrar às estrelas que é hora de se despedir.
Perdi você para o tempo.
O tempo que envelhece a alma, o rosto e as mãos...
Nesse vazio da vida...
Espero não ter mais que vivê-la...
A abstinência de novas histórias faz com que as mãos se suicidem todo dia oito em que o Sol mais uma vez se põe...
Nenhum comentário:
Postar um comentário