terça-feira, maio 13, 2008

"Eu que não amo você"

Conversando com um amigo, busquei respostas para alguns assuntos. Nada muito esclarecedor, porém encontrei algo, nas coisas guardadas, que me chamou a atenção e quem sabe mais tarde possamos chegar à alguma conclusão...


"Pois é, voltamos ao velho ponto... Amor de ontem pra cá?
Eu posso interpretar isso como se o amor não existisse para você antes de ontem?

Eu amo muitas pessoas, eu amo muitas coisas, porém, não acredito no Amor...
O que é melhor?
O que é pior para determinada situação?
Por que as pessoas desejam tudo de bom umas para as outras?
Seria uma forma de dizer: "Eu te Amo"?
Ou apenas palavras?

Eu te amo, eu te odeio não quer dizer nada, se forem ditas dessa forma...
Mas existem formas menos diretas que tem o mesmo impacto, embora eu não acredite no amor.

"Rotina rodando redemoinhos de vento...
Bastardos fingidos sondando a espera do que nunca vai chegar...
Está frio, mistura de sons e de silêncio, música...
Quem tem uma história para contar
Algo que faça enrubescer tardes de inverno
Como vai?
Estou bem e você?
Uma sensação de vermelho
Pois é, você sumiu...
Imagina!
Você...
Sabe, estive lembrando algumas coisas...
Cheguei a..."

by J.D.S.

Logo me vem a resposta...


Eu não Cheguei a...
" Se eu fosse a diferença entre o ser e o não ser, saberia falar do amor e do ódio na mesma intensidade, mas deixo, à mercê deles esse fardo.

Entre homens que ficam assuntando, rodeando essa verdade imprópria a eles, (amor?) deixo novamente a mercê deles, minha opinião...

Quando não tenho coragem de dizer aquela palavra naquele momento, para aquela pessoa.... eu, também, finjo estar fingindo que é fingimento o que sinto.
Sinto? o que?
"Morra!
Não, obrigado. já estou em desespero..."

Nunca entendi o que eu deveria dizer com as palavras, mas sempre entendi perfeitamente o que digo com elas.
Não chego a conclusões... mas a respostas parciais, tendo essa vida parcial-mente, mente-parcial, livre-mente mente-livre, eu não entendo... mas posso lhe contar o que vi...

Ontem, a festa estava muito grande, fui muito bem recebido, infelizmente não pude me divertir, quem me conhecia queria minha companhia como forma de ajuda, eu brinco com você, mas não pode ter idéia da seriedade que sou na 'vida real...
Vi a Susan, aquela minha amiga, me deu um abraço forte e brilhou aquilo em mim, a irmã dela a aniversariante, me recebeu muito bem, eu e meus amigos que levei junto, me apresentou a umas 40 pessoas, não lembro de ninguém, sei que meu bolso tem bilhetes ainda com números... com nomes... com vidas.
Estampei um cartaz em minha cidade, Dizendo: "Procura-se os perdidos..." e eles são muitos... poucos os procuram...

De ontem pra cá eu acredito no amor, por que desejei acreditar no amor um dia... Literalmente, Um dia, mais que isso é besteira.
As pessoas me falam do amor, para que eu fale do amor as vezes, mas eu nunca amei, nunca disse "Eu te Amo...
"Estou muito bem...
Talvez meio vazio, mas deixe-me vazio, o lixo não quero dentro de mim.

Mas amo você sim (não me contradizendo entende do que estou falando) eu na verdade gostaria muito de lhe dar um abraço apertado, e isso também brilhar em mim, adoraria não estar me divertindo contigo ontem, para estar contigo ontem, lembro de você de vez em quando... mas não digo eu te amo, talvez você não precisa disso, ou talvez..."

Minha luz não é mais forte, mas tem outra intensidade, que quando vista, não deve iluminar... deve ser absorvida, se eu pudesse absorveria também...

Tudo de bom..
E assim amo você.

by M.K.

Um comentário:

Anônimo disse...

não justificamos o amor, porque não acreditamos no que o amor nos diz