Causei uma tremenda dor de cabeça para os letrados lá de cima.O feijão que comi ontem, virou literatura...
Não era muito sólida, porque eu não tinha usado bic (é assim que se escreve?!).
Reformulei no suco gástrico, teoria do preconceito que veio da língua ou passou por ela até chegar lá e gritar:
"Obra dos Deuses que passeiam por aqui de vez em sempre..."
E na hora do almoço...
Mesa posta para garfadas do sentido grotesco da vadiagem da noite passada.
De qualquer forma, vem a mim a breve esperança de que um dia o jantar seja publicado em edições especiais, antes de vomitar no vaso...
Escrever histórias de poeta para ele,
E se ele entender alguma coisa nem tudo estará perdido...
De manhã, algo novo!
Jáci...
14 comentários:
Quem quer ser entendido escreve de modo inteligível.
Se faz firulas sob pretensas aspirações literárias, ou está escondendo algo, ou morre de medo de ser claro.
Pode ser que esteja escondendo seu medo, e essa é uma opção extremamente triste.
De qualquer forma, diga. As pessoas podem ser surpreendentes quanto ao que entendem ou não.
A VOCÊ aí, no lado superior central...
As coisas inteligíveis, meu caro, estão nas vitrines. São elas: gravatas, "scarpins", lingeries, sonhos do consumidor que se consome nos inteligíveis e medícocres anúncios de 100% off, escandalosa agressão a linda e caipira língua brasileira. Aqui promove-se um "tão estranho tom de estrondo", estala-se a mente e dela extrai-se...Ora, para que explicar. "brasil vencido pela FRANÇA." Não pré-sentidos.
Nonsense para você? Ótimo, o poeta é óbvio; deixa-se interpretar e mantém-se vivo.
Uau! Que maravilhoso não dizer nada esse seu, instigare.
Tsc tsc Jaci, amor. Estou a nada dizer. Dá-me um trago? Shifaizfavore?
"Senta se acomoda, ta em casa, toma um copo, dá um tempo que a tristeza vai passar..."
Leão de página... Essa é nova pra mim...
Ótimo, novas para ti.
Obviedade que cria novidade. Nossa! Rima pobre... rs Meu caro, não. Não. É Tão Somente Amor à criação ingênua e defensora desse manifestar um "EU" belo e transgressor de si mesma.
Seu trocadilho é infame no sentido textual de Guimarães. Delicioso texto, conheces? rs Sobre o sentido de "infame"...
Au au au beletrista.
Mais gente metida querendo mostrar erudição.
Sandra Andréia, dá um jieto de voltar pro século XIX e ser feliz.
Ei! Ora, pois...Espera...Perdoe-me...Você é insano ou ingênuo? Erudição? ...
Guimarães é pura transgressão. Século XIX?!? Cara, já deixei o espaço que não é meu! E você? quando vai sair? Esqueça, me esqueça. Pouco me importa o que pensa ou deixa de pensar sobre mim. Manifestei-me em relação aos textos, comentários e apreciações aqui publicadas. Sente-se, respire, "use filtro solar"... Nada pessoal.
Jaci, tô cuma vontade de dá na cara dele, explodí sua sintaxe-comédia, trinchá seus sentido e dele extirpá o nó tolo de sua tão certera ingenuidade ou desatençã...; e essa língua de fora: cãozinho...
Vem comigo! Adoro cachorro assado, a la Tailândia ou terminá centrar? Instigare...meu adresse, se te apetece...
Ora, faiz a fineza de chegá.
Que trinchar o que, vai ser pretensiosa lá com suas irmãs que te respeitam.
Fora isso, ridícula, não fui eu que me dirigi a você.
Essas conversinhas veladas, essas aspirações a uma graça que ninguém mais vê.
Manca.
Jaci, volto a dizer: nada pessoal. Perdoe-me pelo tom a que se chegou. Nunca p r e t e n d i nem p r e t e n d o nada. E é exatamente porque tenho pessoas que me respeitam, é que eu me manifesto. Não é por alguém, que para mim... Hum, ninguém. "Todo dizer repousa num já dito". O universo brusco ou límpido depende de ser visto. Então, depois de não mais cerceadas em nossos egos super, as palavras vão... para serem percorridas por olhos racionais ou tolos. Quanto a isto, não há nada a se fazer. Sim, sou. Tudo o que a sua percepção quiser, torta ou correta , não me importa. Em reverência, cavalheiro das palavras distintas, retiro-me. Perdoe-me... Não, não é nada pessoal. "Use borracha Mercur".
Ridículo. Como o usual.
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